Os humanos e suas tendências naturais de abusar do poder de influência da sociedade para generalizá-la, em termos gerais. O título desse post é uma ironia. Não existe mundo bizarro, não existe mundo imperfeito e tampouco mundo definido. E até que você conheça cada detalhe do mundo, pra você, não existe o mundo.
Bizarro mesmo, são as pessoas. Tão influenciáveis, tão fúteis, tão bestas, tão imperdoáveis e tão imprevisíveis... apesar de tão competentes, tão espertas, tão absurdamente irrelevantes aos problemas, tão liberais ou tão simples.
É bizarro querer colocar a culpa de tudo em todos. É bizarro querer ser alguém que não é pra agradar o próximo. É bizarro virar-se ao avesso para tentar encaixar-se num habitat desconhecido.
Na verdade eu sou tão irrelevante pro mundo quanto as pessoas aos meus problemas, mas esse mundo supracitado não depende da reciprocidade entre as pessoas e o local, e sim entre as pessoas. As pessoas aproveitam da inteligência que foi lhes concedida para se virar contra sua própria raça. E antes isso ficasse apenas na teoria... apenas na política e religião, que são os comandos do mundo. Mas elas se espalham entre as pessoas, entre AMIGOS, e por mais escroto que pareça, é menos comum entre inimigos.
Somos peças de Xadrez, e somos os jogadores. Somos o tabuleiro, se quisermos. Só não devemos querer ser todos ao mesmo tempo. E não podemos bancar o rei, enquanto somos apenas peões.
Vivemos em um mundo que nós fazemos bizarro. Ele espelha as pessoas na terra e na água, permitindo que as pessoas sejam tão límpidas e intocáveis quanto seus reflexos.
Muitos dizem que o mundo está perdido... soa como autodefesa pra não dizer que as pessoas estão perdidas. É como uma proteção de raça, ninguém quer fazer parte da laia de destruidores.
Tem um submundo que podemos julgar sem culpa... esse é aquele que construímos para não viver.
Bizarro mesmo, são as pessoas. Tão influenciáveis, tão fúteis, tão bestas, tão imperdoáveis e tão imprevisíveis... apesar de tão competentes, tão espertas, tão absurdamente irrelevantes aos problemas, tão liberais ou tão simples.
É bizarro querer colocar a culpa de tudo em todos. É bizarro querer ser alguém que não é pra agradar o próximo. É bizarro virar-se ao avesso para tentar encaixar-se num habitat desconhecido.
Na verdade eu sou tão irrelevante pro mundo quanto as pessoas aos meus problemas, mas esse mundo supracitado não depende da reciprocidade entre as pessoas e o local, e sim entre as pessoas. As pessoas aproveitam da inteligência que foi lhes concedida para se virar contra sua própria raça. E antes isso ficasse apenas na teoria... apenas na política e religião, que são os comandos do mundo. Mas elas se espalham entre as pessoas, entre AMIGOS, e por mais escroto que pareça, é menos comum entre inimigos.
Somos peças de Xadrez, e somos os jogadores. Somos o tabuleiro, se quisermos. Só não devemos querer ser todos ao mesmo tempo. E não podemos bancar o rei, enquanto somos apenas peões.
Vivemos em um mundo que nós fazemos bizarro. Ele espelha as pessoas na terra e na água, permitindo que as pessoas sejam tão límpidas e intocáveis quanto seus reflexos.
Muitos dizem que o mundo está perdido... soa como autodefesa pra não dizer que as pessoas estão perdidas. É como uma proteção de raça, ninguém quer fazer parte da laia de destruidores.
Tem um submundo que podemos julgar sem culpa... esse é aquele que construímos para não viver.

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